II CONGRESSO JOVEM DE PALMAS IRÁ COMEMORAR O DIA NACIONAL DA JUVENTUDE

Dom Pedro Brito Guimarães motivou os jovens a participarem do Congresso...

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FORMAÇÃO

A síndrome do “discernimento vocacional perpétuo”

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

TODO MUNDO NAMORA, MENOS EU!

Grande parte dos jovens cristãos enfrentam um dilema na sua vida amorosa: como competir com um mundo secular, no qual os valores são postos de lado e tudo é permitido em nome de uma felicidade passageira? No meio deste questionamento, o namoro acaba sendo uma grande interrogação, já que, por vezes, a vida parece conspirar contra aqueles que buscam viver o namoro do jeito que ele deve ser vivido.
O namoro, para inicio de conversa, não é um passatempo gostoso nem tampouco um troféu para ser exibido no meio dos amigos.
Buscamos alguém para namorar, porque descobrimos que a vida partilhada é mais fácil de ser vivida. Nem todos se dão conta disso, mas o namoro para ser frutífero precisa iniciar-se pela admiração e só pode ser mantido se esta admiração se transformar em amor. Só o amor prepara o jovem casal para o sacramento do matrimônio.
Não é fácil encontrar alguém que enxergue o namoro como uma escola para o casamento. A mentalidade reinante é a de que, no namoro, tudo é permitido e nenhum compromisso precisa ser assumido. O resultado? Relacionamentos vazios, que acabam e deixam feridas difíceis de serem saradas.
O jovem que quer fazer a vontade de Deus precisa sofrer as demoras que são inerentes ao processo de espera. Leva tempo até encontrar alguém com mentalidade cristã para se relacionar. Namorar a primeira pessoa que aparece em nossa vida, temendo não encontrar mais ninguém que mereça o nosso amor, é uma atitude arriscada, já que o nosso coração não é um bilhete de loteria.
Acredite: você também vai encontrar alguém que queira partilhar a vida a dois. Se a sua vocação for para o matrimônio, esteja preparado para ouvir os anseios do seu coração e ouse fazer a diferença neste mundo tão cheio de valores deturpados. Esteja aberto aos relacionamentos, não se esconda das pessoas, mostre-se como você realmente é e, com estas atitudes positivas, a pessoa que você tanto procura chegará até você.
Nada de desespero! O jovem cristão compreende e vive a sabedoria bíblica, que nos ensina que para tudo há um tempo, e não se deixa abater diante de uma realidade aparentemente assustadora. Sei que causa certo desconforto ver todos os nossos amigos namorando, enquanto continuamos solteiros; mas é preciso entender que tudo o que vale a pena nessa vida só se alcança com uma paciência de herói.
Não é vergonhoso estar solteiro. Aliás, um jovem que se empenha em viver santamente sua afetividade busca colocar Deus acima de todos os seus desejos, pois sabe que, como todo bom Pai, o Senhor conhece o que é melhor para nós e jamais vai nos privar de trazer coisas boas para nossa vida. Melhor esperar em Deus e encontrar alguém que o complete do que se arriscar em aventuras desnaturadas e encontrar alguém que lhe roube de você mesmo.
Vejo muita gente solteira, mas realizada. Não levanto a bandeira da solteirice eterna, mas também não acredito que um namoro desregrado seja melhor do que uma vida celibatária e feliz. Se a pessoa que você tanto procura está demorando a chegar, pense nisso como uma etapa necessária de crescimento. A mãe espera pacientemente por seu filho durante nove meses e, depois, alegra-se com a vida que lhe foi dada.
Aprendi que só a espontaneidade e a verdade nos gabaritam a encontrar alguém para namorar. Neste processo, a paciência tem de andar de mãos dadas com a lucidez. Quando o desespero bate à porta de alguém que se sente só, a visão se turva diante do essencial. Por isso, antes mesmo de querer ofertar nossos afetos para alguém, faz-se necessário avaliar o quanto estamos empenhados em fazer o outro feliz. E a felicidade só aparece no namoro do jovem casal que aprendeu a amar.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

"A VIDA COMEÇA DEPOIS DO CAFÉ"


Amado, amada de Deus, tenho sede de: “a vida começa depois do café!”

Que a vida começa em algum lugar, não há dúvida. Mas que a vida começa depois do café, é um ponto de interrogação, é que vamos provar nesta minha sede. Pode parecer um golpe de marketing, mas pode ser também uma oportunidade para descobrir onde realmente a sua vida começa, amado, amada de Deus.
Não tenho certeza matemática e filosófica onde mesmo começa a vida. Tenho certeza teológica. Para o cristão a vida começa na mente de Deus, passa a existir pelas mãos e pela Palavra de Deus: “Deus criou os seres humanos à sua imagem, à imagem de Deus os criou: macho e fêmea os criou. Deus os abençoou e lhes ordenou: “Sede férteis e multiplicai-vos! Povoai e sujeitai toda a terra; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todo animal que rasteja sobre a terra!” (Gn 1,26-27). A vida começa assim e aqui.
Mas, se a vida começa depois do café, que seja quente, gostoso, adoçado, sem exagero, naturalmente; que seja cheiroso e aromático; que seja pretinho; que seja com boa companhia; que seja bem feito; com um bom aroma; com baixo preço; de graça, preferencialmente; que seja com uma boa agenda na cabeça a cumprir; com alegria e esperança; com muito amor; com um sorriso nos lábios; em xícaras de louça ou de porcelana, de vidro ou de barro, ou artesanal; que tenha um gostinho amargo, não faz mal; natural, saudável, da roça, no bule, na chaleira, com gosto do campo; puro, misturado, expresso, “macchiato”, que seja puro ou com leite; só ou acompanhado; com biscoito, com pão, com jornal e com outras misturas; que seja realmente café, e não “cha-fé” e misturado com outros ingredientes; que traga bons fluídos; que faça espairecer; que faça bem à saúde; mas que não se torne vício ou traga dependência; que evite dor de cabeça; que tire a sonolência, mas que não exceda na ansiedade e alucinação e excitação demasiada.  E assim por diante...
Mas, se não tiver café ou se não puder tomar café, não condicione, não adie o começo da sua vida por causa de um café. Existem outras motivações para se começar e se recomeçar a vida, sempre, todo dia, com ou sem café.
O que o café faz bem? O café, se tomado adequadamente, pode evitar doenças cardíacas, respiratórias, acidente vascular cerebral, causas externas, diabetes e doenças infecciosas.  
Que, por fim, o café, amado, amada de Deus, deixe de ser um “vilão” e se torne um “mocinho” com relação à saúde humana.
Mas, se a vida começa depois do café, que tipo de café você gosta de tomar para começar a sua vida, amado, amada de Deus? Conte para mim!

Um bom dia e fique com Deus!
Dom Pedro Brito Guimarães 
Arcebispo da Arquidiocese de Palmas 

Não julgueis e não sereis julgados!



Não julgueis e não sereis julgados. Pois, vós sereis julgados com o mesmo julgamento com que julgardes; e sereis medidos, com a mesma medida com que medirdes. (Mt 7,1-2)


princípio de todo cristianismo se dá a partir da nossa relação uns com os outros, ou seja, com o próximo que não necessariamente precisa ser próximos de nós. Quando Jesus usa essa expressão o faz para dizer-nos que estamos todos dentro do mesmo projeto de amor que é a salvação. Nossa fé se concretiza no nosso relacionamento uns com os outros. Costumamos sempre julgar o outro a partir das nossas expectativas, porém, quando nós somos julgados, esperamos que o outro o faça a partir das nossas intenções. Sendo assim, irmãos vigiemos, sejamos piedosos nos nossos julgamentos, dediquemos mais a oração e quando não pudermos amar, rezemos. A oração tem poder de mudar o nosso coração.


Egly Stérfane. 
Âncora da Alma 

FORMAÇÃO: A síndrome do “discernimento vocacional perpétuo”

Muitas pessoas ainda não discerniram a própria vocação porque estão esperando uma “revelação privada” de Deus para as suas vidas. Mas esse não é o meio ordinário de que Deus Se serve para nos mostrar os Seus caminhos.

Hoje em dia, em muitos ambientes cristãos, é quase impossível evitar o discurso sobre a importância de discernir a própria "vocação pessoal". Aparentemente, essa expressão diz respeito ao chamado específico que Deus faz a cada indivíduo, por meio do qual cada um deve viver o seu chamado particular à santidade. Essa linguagem, no entanto, reflete uma meia verdade. De fato, nós devemos seguir a vontade de Deus em tudo o que fizermos. Mas essa história de "chamado" geralmente traz consigo um equívoco crucial sobre o discernimento, um erro cardeal completamente alheio à grande tradição da Igreja.
A confusão está enraizada no geralmente esquecido pecado da presunção. Porque, quando um cristão vai à oração com a expectativa de que Deus irá revelar-lhe um plano personalizado para a sua vida, ele está se presumindo recebedor de uma milagrosa revelação privada da parte de Deus. É claro que a história cristã já viu numerosos exemplos disso, particularmente com alguns dos mais veneráveis místicos da Igreja, mas Deus não está obrigado de nenhuma forma a agir dessa maneira — e longe de nós nos acharmos dignos de receber uma mensagem tão extraordinária de Nosso Senhor!
Mas, se um cristão não deve presumir que Deus irá querer revelar-lhe sobrenaturalmente a sua "vocação pessoal", como então ele deve conhecer a vontade de Deus para a sua vida? Eu me arriscaria a dizer que, se ele tem frequentado a igreja semanalmente e recebeu pelo menos uma catequese razoável ao longo do caminho, ele provavelmente já conhece a vontade de Deus para a sua vida. Cristo a resume sucintamente nos Dez Mandamentos, e ainda mais sucintamente em Mt 22, 34-40: "Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todo o teu entendimento" e "Amarás teu próximo como a ti mesmo". Nisso, bem como nos mandamentos da Igreja, consiste toda a instrução de que precisamos para alcançarmos a nossa felicidade e chegarmos à salvação eterna.
Em um documentário recente sobre a vida monástica entre os cristãos orientais, o teólogo da Universidade de Nova Iorque, Norris Chumley, pergunta a um monge ucraniano se Deus fala com ele na oração. "Ele não fala comigo", responde o monge, "porque ele já falou tudo por meio do Evangelho e por meio das obras dos Santos Padres, dos santos". Uma resposta como essa pode soar próxima à blasfêmia para os cristãos contemporâneos — e, no entanto, ela reflete perfeitamente o consenso da Igreja de 2 mil anos. Em geral, Deus parece prover as graças de que as pessoas precisam para servi-Lo, seja qual for o estado de vida em que se encontrem.
Portanto, Deus não diz a cada um exatamente o que fazer o tempo todo. Também não necessariamente Ele nos diz o que fazer a respeito das grandes decisões da vida, incluindo a escolha entre a vida religiosa e a vida secular. Ele nos abençoa com algumas opções boas e virtuosas e, então, deixa a decisão para nós. Como diz uma sentença classicamente atribuída a Santo Agostinho: "Ama a Deus e faz o que quiseres".
Essa atitude obviamente vai contra boa parte da moderna literatura popular sobre vocação, que recomenda, a quem está em dúvida, que olhe para dentro de si mesmo e veja se os seus desejos indicam que Deus o separou para viver uma vida religiosa. Então, além da orgulhosa presunção que se esconde nessa prática comum, a típica mensagem moderna sobre discernimento também semeia uma perigosa confusão a respeito da natureza da vocação religiosa.
A vida religiosa é um chamado mais elevado, não um chamado esotérico e separado. Assim como dar vinte reais no ofertório da Missa não é tão bom quanto ofertar cem reais, ainda assim ambos são bons, e não há imoralidade alguma em optar pela opção heroicamente generosa e mais elevada. Essa é uma antiga doutrina da fé, mas, as pessoas hoje em dia fogem dela com muita frequência e tentam mitigar a verdade revelada de que a vocação religiosa é mais perfeita do que pode ser qualquer vida secular. A mensagem de Nosso Senhor a São Paulo nas Escrituras, e da tradição da Igreja através da história, é simplesmente esta: "Deixem que aqueles que podem ter vida religiosa a tenham".
Deus diz a Jeremias que os planos que tem para nós são para a nossa felicidade, e não para a nossa desgraça (cf. Jr 29, 11). Ao mesmo tempo, porém, Ele não diz que Jeremias conhecerá esses planos antes de eles chegarem ao seu cumprimento. Deus promete nunca abandonar o cristão em sua peregrinação rumo ao Céu, mas não promete que o caminho à sua frente ficará claro antes que ele passe por aí. Essa rejeição aparentemente radical do termo "vocação pessoal", é claro, não significa que Deus não se importe com o que vou fazer da minha vida — quer dizer simplesmente que Deus não condena todos os caminhos, mas apenas um, o do pecado.
O cristão deve fazer as grandes decisões da vida assim como toma todas as suas decisões: avaliando como ele pode servir a Deus, escolhendo um plano de vida correspondente, e tendo a coragem de seguir em frente e colocá-lo em prática. Como escreve o Papa Bento XVI, "ao ouvir a Deus e caminhar com Ele eu me torno realmente eu mesmo. O que importa não é a realização dos meus próprios desejos, mas a Sua vontade. Assim a vida se torna autêntica". Que cada um de nós possa ter a coragem de viver uma vida autêntica dessa forma, livre dos fardos desnecessários que nós mesmos impomos sobre nós — e longe do que um amigo meu chama de "a síndrome do discernimento vocacional perpétuo".
Por Michael W. Hannon 
Tradução: Equipe CNP

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

II CONGRESSO JOVEM DE PALMAS IRÁ COMEMORAR O DIA NACIONAL DA JUVENTUDE


Neste domingo, 27, a Comissão Arquidiocesana de Juventude reuniu - se com cerca de 30 jovens coordenadores de grupos, numa chácara localizada na área rural da Capital, para juntos planejarem o Dia Nacional da Juventude que será comemorado com o II Congresso Jovem de Palmas, agendado para os dias 27, 28 e 29 de outubro.
Na ocasião, o Arcebispo Metropolitano de Palmas Dom Pedro Brito Guimarães motivou os jovens a participarem do Congresso e também a colaborar com o pedido da Santa Sé e contribuir com as respostas do questionário de preparação do próximo Sínodo dos Bispos que terá como tema “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional”. 
Conforme o assessor Diocesano da Juventude Padre Juan Carlos, "foi um momento muito rico tanto pela participação dos jovens coordenadores, pelas trocas de experiências e pela partilha aberta e amena, onde todos se sentiram contemplados nos seus pensamentos e protagonistas em suas sugestões e contribuições", afirmou. 
A reunião contou com a participação de representantes dos grupos Juconh, Jucap, Jucem, Yupa, Unsasef, Âncora da Alma, Cristo Rei, Junsf, Jusp,  Arcnajos, Comunidade Shalom, Comunidade Sementes do Verbo, Comunidade Doce Mãe de Deus e Caminho Neocatecumenal.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

O ZELO POR TUA CASA ME CONSUMIU!



Na última pregação do X Acampamento de Carnaval, Jesus nos pediu para cuidar do seu templo, a assumir nosso chamado, a zelar por esse templo de adoração que é Jesus e a servir a Igreja.
E só zela e cuida quem ama. Precisamos ser amantes de Jesus, pois é próprio de quem ama querer agradar e cuidar. Ele não exige condições para O amarmos.



"Há um vazio em nós que só Deus preenche, por meio da vontade DEle para nossas vidas: a nossa vocação". 

Egly Sterfane


SÊ CHEIO DO ESPÍRITO SANTO! SEDE FIRME!




Na quinta pregação foi falado sobre o Espírito Santo. Ele nos faz lembrar que somos de Deus e que pertencemos a Ele.
As nossas carências criam uma dureza no coração que não permite a presença de Deus em nossas vidas. Mas a experiência com o Espírito Santo transforma toda nossa realidade.
Ele é o abraço. É a presença de Deus em nós. Ele não se importa de nos abraçar sujos.


"O Âncora da Alma é o cuidado de Deus por nós."
Ronam Cruz



CONVERSÃO DA CONSCIÊNCIA





A quarta pregação veio nos falar sobre a conversão baseada na história do cego Bartimeu.
Assim como Bartimeu, devemos nos por a caminho para o encontro com Jesus. Para que possamos receber o milagre que precisamos e não ficarmos a beira do caminho.
Deus usou de desculpas para trazer cada um que veio para o acampamento, a fim de nos dar a oportunidade de clamarmos, insistentemente, pela sua misericórdia, "Jesus filho de Davi, tem piedade de mim.
"
A fé de Bartimeu o curou e Jesus quer curar a todos nós. Ele quer a nossa conversão.
Não podemos perder a oportunidade de conversão, de sermos santos.


"Só somos felizes se formos santos. Não existe felicidade sem santidade!"
 José Ney






O PECADO E AS NOSSAS CONCUMPISCÊNCIA



A terceira pregação nos fez perceber como Deus reuniu a história de cada um no acampamento de carnaval.
Somos convidados a viver uma experiência profunda com Jesus e a sermos uma juventude que vive na contramão do mundo, deixando o pecado de lado, pois o pecado nos afasta de Deus.


"Acreditar em Jesus é ter a certeza que Ele nos tirará da situação de pecado." 

José Ney



sábado, 6 de fevereiro de 2016

JESUS É O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA



Na segunda pregação Jesus foi apresentado como Caminho, Verdade e Vida e nos conduziu a uma reflexão sobre o trajeto que fizemos até aqui. Ele dá sentido as dificuldades que são apresentadas como forma de livramento e de sofrimentos ainda maiores. Mas, Deus espera de nós um coração sincero, desarmado e decidido.
Pois, caminhar longe Dele é mais doloroso.

"O melhor caminho é percorrido com Jesus."

 Leidiane Gouveia




O AMOR DE DEUS SE RENOVA A CADA DIA




"O nosso maior Amor é Deus."

Para darmos início às pregações do primeiro dia, Deus vem nos falar do Seu Amor. Ele que é Misericórdia, nos convida a recuperar a esperança, pois nossos corações feridos nos impedem de caminhar. Contudo, o sofrimento também nos santifica e nos faz buscar mais a Deus.


"Precisamos decidir pelo céu todos os dias."

Naiara Gomes







sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Glorifica o Senhor, Jerusalém! (Sl 147)





Em nossos dias cada vez fica mais difícil agradecer! Os tempos não estão fáceis, somos tendenciados ao vitimismo, porém, maior que os problemas é a graça de Deus que nos acompanha! Em 2Reis 6 o profeta Eliseu perseguido pelo rei da Síria é cercado para ser capturado, quando seu servo vê todos os soldados do rei se desespera, pois, era um grande número. No entanto, tranquilo Eliseu ora e pede que o Senhor abra os olhos do menino, e nesse momento o seu servo percebe que maior era o número que lutava em favor deles, havia ali um exército de fogo.
Precisamos também abrir os nossos olhos para perceber que Deus é conosco a todo tempo! Que os problemas são independentes da nossa boa conduta, a chuva caí sobre o justo e o injusto diz a Palavra. Portanto, sejamos agradecidos, as pequenas labutas nos treinam para os grandes combates e um coração grato, atraí os favores de Deus.

Deus abençoe.
Egly Stérfane.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Coragem de testemunhar!

Em meio à crise de valores e ao secularismo, a fé é quase uma "cafonice". Muitos perdem a coragem de testemunhar seus valores religiosos perante um mundo onde tudo é relativo. O pecado é coisa do passado! Ética é uma palavra não simpática, em especial para os jovens. Ser ético e respeitoso é sinônimo de fora de moda. Parece que estamos num beco sem saída, há muito negativismo.

Na Evangelli Gaudium, n.65,o papa Francisco afirma que "a Igreja Católica é uma instituição credível perante a opinião publica, fiável no que diz respeito ao âmbito da solidariedade e preocupação pelos mais indigentes"

Não somos derrotados; temos algo muito maior e certo que supera todas as descrenças e desafios, temos um vencedor: Cristo Jesus, que morreu por todos, justos e injustos. Ele venceu o mal, porém respeita a liberdade do individuo, espera a conversão de cada um para todos descobrirem que a vida tem uma origem e um fim e é Nele que temos a origem e o  fim.     

Deus nos dá todas as oportunidades, resta respondermos ao apelo que Ele nos faz.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

“Em verdade, em verdade eu vos digo: Vereis o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem”. João 1,45-51


O céu é uma realidade, tenho pensado muito nisso! Não podemos viver de qualquer forma, é preciso viver o hoje como se o amanhã não existisse, porém, sem perder a referência do eterno. Nossas decisões devem remeter a eternidade. Natanel encontrou Jesus e por isso lhe foi revelado as coisas do céu. Encontrar Jesus não é encontrar uma teoria, um conceito, uma ideia. É encontrar alguém existente. O encontro pessoal com Ele faz mudar o nosso modo de ser e exige mais comprometimento com a vida e com as pessoas. É tempo de viver a realidade do céu no hoje, não perca tempo debaixo das figueiras da vida, há um futuro, há ressurreição, há vida eterna para aqueles que se comprometem de verdade com esse dom que é viver.

Deus abençoe.


Egly Stérfane. 

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

"Deus ama quem dá com alegria”

Quem semeia pouco colherá também pouco e quem semeia com largueza colherá também com largueza”.Dê cada um conforme tiver decidido em seu coração, sem pesar nem constrangimento; pois Deus ama quem dá com alegria”. (2Cor 9,6-7)
Começamos mais uma semana pela graça de Deus e nesse dia a liturgia nos convida a generosidade. Não apenas no material, mas, também no nosso modo de falar, de olhar e de agir. Levante da sua mesa busque um copo de água para seu colega de trabalho. Lave a louça do almoço mesmo que seja o dia do seu irmão.Tire o lixo para fora de casa, arrume sua cama antes que sua mãe reclame, faça a comida que os seus mais gostam, celebre este dia como se fosse uma data comemorativa, pois, São Paulo nos ensina que quem ama dá com alegria.
Doe-se com alegria. Isso faz parte do amor.
Deus abençoe sua semana.

Grande abraço.
Fraternalmente,


Egly Stérfane

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Amigos



Desde muito cedo vamos criando laços e estendendo afinidades. Há pessoas que não tem noção do que representam na nossa história, com o tempo alguns passam, outros chegam e há aqueles que permanecerão em nossas vidas. Os amigos nascem das muitas afinidades, mas, também das muitas diferenças, se reconhece um amigo não apenas nos momentos de dor, mas, também nos momentos alegres, só um amigo de verdade sabe celebrar as nossas conquistas.

Somente os verdadeiros amigos podem nos formar espiritualmente, dando-nos a capacidade de nos refazer em seus gestos, em seus olhares, em suas palavras, mas, principalmente em seus cuidados. Um amigo verdadeiro nasce da fidelidade ao que somos, eles tem a habilidade de nos ver inteiros mesmo quando somos pedaços, de nos enxergar melhores ainda que sejamos grandes ruínas. Uma amizade verdadeira é tão preciosa que a Palavra de Deus a comparará a um tesouro e a uma proteção poderosa. (Eclo 6,14-17)
Um amigo entende nosso silêncio e sabe ser presença mesmo na ausência, sabe ser luz na escuridão e esperança no desespero. Só um amigo pode nos fazer ouvir verdades mesmo quando não estamos dispostos a escutar, que nos repreende com carinho e nos faz amadurecer no amor.

Os amigos respeitam as nossas decisões ainda que elas não sejam as melhores escolhas, caminham ao nosso lado sem fazer julgamentos porque acreditam na nossa capacidade de ser bom. Capacidades que muitas vezes são ocultadas pelo medo, pelas decepções ou pelas nossas buscas frenéticas por felicidade. Existe uma frase que diz que aquele que nunca ouviu “eu acredito em você” não sabe o que é ressurreição e isso é uma grande verdade, aliás, só pode ser amigo aquele que sabe lidar com as nossas verdades, o amigo não se escandaliza com aquilo que somos e há uma diferença entre escandalizar e decepcionar, até porque a decepção faz parte de qualquer relacionamento humano, nos decepcionamos com pai, mãe, filho, irmão e é natural que ocorra com os amigos, o que define a amizade é o que fazemos depois da decepção. Muitas pessoas por medo de se ferir ou feridos abandonam suas amizades, pois, é mais fácil abandonar do que lidar com os problemas e limitações que o outro carrega. O bom amigo espera, perdoa, insiste, aprende, ensina e entende que uma boa amizade é a esperança nos dias atuais.

Quem nunca chorou nos braços de um amigo não sabe o que é ter a alma confortada (Abner Santos). Todo vínculo eterno passa pela amizade, mesmo porque no céu não haverá outro vínculo senão o do amigo. Não é possível ser bom esposo, pai, irmão, filho se não houver amizade, pois, á amizade é a base do Céu
Nós precisamos de amigos para suportar a nossa própria existência. 
Deus nos conserve na Sua amizade.

Feliz dia do amigo!

Boa Semana

Egly Stérfane

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Jesus é a vida!


“Segue-me, e deixa que os mortos sepultem os seus mortos”. Mt 8, 22b

A vida sem Jesus falta um sentido significativo. Ter Jesus é despojar de tudo que somos e temos em favor de uma comunidade (constituída por pessoas cristãs ou não). Há pessoas que passam a vida inteira buscando a felicidade, seja através da “estabilidade” financeira, do sucesso ou nas coisas cotidianas, no entanto, falta sempre alguma coisa, há uma insatisfação na alma e um desejo de mais, esse desejo é a nossa vontade oculta de pertencer a Deus.
Jesus é a vida e todo aquele que crer precisa segui-lo fazendo de sua própria vida uma doação em favor de todos, ignorar essa vida é morrer ainda que vivo, aceitá-la é viver ainda que morto.

Deus abençoe!

Boa Semana.


Egly Stérfane.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

É possível ser santo?


Sou santo!” Quando ouvimos uma declaração dessas nos assustamos ou achamos presunção, orgulho, vaidade. Facilmente retrucamos afirmando:
“Santo de pau oco?!”

A santidade nos parece algo tão distante ou quem sabe meio impossível. Por isso nem pensamos em persegui-la para alcançá-la. Embora Jesus nos tenha ordenado: “Sede perfeitos (santos), assim como vosso Pai celeste é perfeito”  (Mateus 5, 48).
Podemos mesmo pensar que a santidade seja um chamado e uma possibilidade apenas para algumas pessoas especiais como papas, bispos, fundadores de comunidades e congregações religiosas. Mas não é assim. A santidade é uma possibilidade para todos, de modo especial para os batizados.
No batismo, recebemos o Espírito Santo. Não costumamos dizer “fogo quente”, pois, trata-se de uma redundância, já que só será fogo se for quente; nem “gelo frio”, pelo mesmo motivo. Mas, podemos afirmar que o Espírito que recebemos no Batismo é Santo, pois este tem como função santificar. A função do fogo é aquecer. A do gelo, esfriar. A do Espírito, santificar.
No livro do Êxodo vemos uma bela passagem que nos pode ajudar a entender a santidade: “Moisés notou que sarça estava em chamas, mas não se consumia” (Êxodo 3, 2). Deus disse a esse profeta: “Tira as sandálias dos pés, porque o lugar onde estás é uma terra santa” (Êxodo, 3, 5).
Passemos o Novo Testamento à nossa vida.
a. A chama que queima e não se consome é o Espírito Santo, que recebemos em nosso batismo. Ele é Deus. Está em nós. É uma chama divina que habita em nosso interior e jamais se consome. Quando acendemos um fogo, se não pusermos lenha sempre que necessário, ele apagará. Consumida a lenha, termina o fogo. A chama do fogo do Espírito Santo é esta “sarça” que queima sem parar em nosso interior. Ela é capaz de queimar o tempo todo e não se consumir. Isso ocorre porque se trata de uma chama divina, portanto, não necessita que “se reponha a lenha”.
b. Esta terra é santa. Quem a santifica é a presença da chama ardente, que não se consome. Que permanece acessa. A terra torna-se santa devido à chama que nela está queimando. Aqui nos damos conta de que há verdadeiramente a possibilidade de sermos santos. A santidade é possível não porque sejamos uma terra santa por nós mesmos. Somos e continuamos pecadores, mas em nós arde uma chama, “a chama do amor”, a chama do Espírito Santo. Quem se deixa iluminar, é aquecido por ela. Quem segue este conselho da Palavra de Deus “deixai-vos conduzir pelo Espírito e não satisfareis os apetites da carne” (cf. Gálatas 5,16), crescerá em santidade, tornar-se-á “uma terra santa”.
Santidade é uma obra do Espírito Santo em nós. Assim como o fruto é uma “obra” da árvore; a pintura, do pintor; a escultura, do escultor; a santidade é uma ação do Espírito Santo Paráclito. Esta santidade poderá ser percebida pelos frutos daquela “terra” na qual arde a “sarça” do Espírito: “o fruto do Espírito é caridade, alegria, paz, paciência, afabilidade, bondade, fidelidade, brandura, temperança” (cf. Gálatas 5, 22).
c. “Tira as sandálias dos pés”. Posso pisar sobre um fio elétrico e levar um grande choque ou não. Depende do isolante que eu tenha em meu calçado. Deus diz a Moisés: “Tira o ‘isolante’ dos teus pés”. Tira as sandálias! Pisa na terra! Entra em contado direto com ela. Sente o calor da terra. Deus deu-nos o Espírito Santo. Quis colocá-Lo tão em contato conosco que acabou colocando-O dentro de nós. Somos por Ele habitados para estarmos em contato direto o tempo todo e totalmente com Ele. Onde há isolante, a energia não chega. A cinza que se acumula sobre a brasa não permite que ela aqueça o churrasco. É preciso soprá-la. Jesus “soprou sobre eles dizendo-lhes: recebei o Espírito Santo” (cf. João 20, 22). O calor do Espírito nos aquece. Com esta força podemos progredir na santidade.
Se até hoje buscamos a santidade pelas nossas boas obras, renúncias, sacrifícios, podemos continuar. Mas, vamos acrescentar nessa busca a súplica constante para que o Pai dos Céus, que nos adotou como filhos, continuamente, sopre sobre “as brasas do Espírito” que recebemos no batismo. Que a chama da sarça do Espírito cresça sempre mais nesta terra, templos do Espírito, que somos, como nos diz a Palavra: “Não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo, que habita em vós, o qual recebestes de Deus e que, por isso mesmo, já não vos pertenceis?” (I Coríntios 6,19). Desta forma nos tornaremos cada dia mais santos, porque possuídos, fortificados e guiados pelo Espírito Santo.
Peçamos todos os dias: Sarça ardente do Divino Espírito, que habitas em mim, e que me tornastes santo pelo Batismo, ajuda-me a progredir no caminho da santidade e a produzir os frutos do Espírito. Então não precisarei dizer para ninguém: “sou santo!”. Essa declaração vai se tornar dispensável, pois, “pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinhos e figos dos abrolhos?” (Mateus 7,16).
Fonte: Canção Nova

quinta-feira, 16 de abril de 2015

ENCONTRO DE SOLTEIROS



Vem aí o Encontro de Solteiros!! 


Será um momento de Formação, Oração e Esclarecimentos sobre os estados de vida antes do casamento: Solteiros, Namorados e Noivos. 


Se você é chamado ao matrimônio e ainda não está casado (a) este Encontro é pra você!! Será dia 19 de abril. 


Faça sua inscrição!

quarta-feira, 4 de março de 2015

E se hoje fosse teu último dia?


Oi irmãos.
Quero começar essa segunda semana da Quaresma te fazendo uma pergunta.
Quanto vale a tua vida? 
O Evangelho nesse tempo de Quaresma nos convida a conversão, pois, nossa vida vale o sangue de Jesus derramado na cruz. Estamos muitas vezes trocando o céu por dinheiro, por festas, pela a estabilidade financeira que tanto buscamos, estamos perdendo a eternidade por conta do nosso orgulho, da nossa falta de perdão, das nossas mentira.
Se você tivesse só o dia de hoje, o que estaria fazendo agora? A tua resposta condiz com o que tem buscado e vivido?
Se a tua resposta é não, é tempo de parar, repensar, se converter à aquilo que te salva!
É Quaresma! Aproveite as graças desse tempo para recomeçar!
Eu rezo por você!

Deus abençoe!
Beijos,

Egly Stérfane.

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